Mare Nostrum

#8 - Raios e trovões

Umber devia a sua estadia na prisão de Beybrook ao seu mau julgamento, a sua brevidade a Kyrez, o recuperar do seu equipamento a Davril. Todos menos Umber, conformado com a sua situação, tentaram à sua maneira resolver o problema por ele criado. Correndo tudo pelo melhor, partiram eles, agora como homens livres, rumo ao paradeiro de Nahal, o feiticeiro.

Naquela já conhecida casca de noz zarparam rio acima, acompanhados pelo mesmo trovejar da noite anterior. Este, na ausência de Nafid, foi o seu quarto companheiro, até que, perto de um lago toda a força dessa luz se juntou, caiu e cessou.

Nesse ponto de embate jazia um homem, confuso, nascido ali no meio daquela cratera. Confusão era de facto o sentimento instaurado, só Davril assistia divertido a toda aquela situação, são tolos aqueles humanos, pensou.

Após incertezas e as devidas cautelas, Kyrez, disse um. Kthyr, disse o outro. Ninguém merece ser deixado sozinho à mercê da sua cabeça despida. Assim, juntos, somaram mais um companheiro e seguiram rumo a Nahal. Durante quanto tempo duraria tal companhia? Só o tempo e as memórias o poderão contar.

 

 

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tiago_msag

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