Davril Sandtracker

Halfling Bard

Description:
Bio:

Dravil (aka Drave) viveu quase toda a sua vida em Phaadgate, uma cidade média banhada por Knoq Canal, um rio de dimensões consideráveis que é usado para transportar de barco as areias retirada do deserto Red Waste. Foi o deserto que lhe deu a sua alcunha Sandtracker, pois em novo um dos seus passatempos favoritos, era apanhar lagartos na areia. A sua infância foi feliz, com alguma educação dada em casa pelos pais, depois dos trabalhos pesados que eles como operários, faziam na cidade.

Aos seus pais, o trabalho e doença levou um, o desgosto e cansaço, o outro.

Dravil ainda jovem, usou como recurso a sua aptidão para a música, e embora pouco experiente, conseguiu durante uns tempos por comida na barriga e pagar a tecto da casa onde sempre viveu. Mas não tardou a, o que a início, por novidade ou pena, lhe punha comida no prato, render cada vez menos. Já sem tecto e com a barriga a roncar, um corpo que não aguentava os trabalhos pesados, acabou por dar uso às mãos, estas eram bastante ágeis, e apanhavam uma e outra vez, moedas, colares, e outros adornos de alguns “distraídos”, até ao dia em que mais, foi demais…

A compaixão que as pessoas antes sentiam por Dravil, desta vez não foi desculpa suficiente, e embora ele conseguisse ver através das grades da carroça, que agora o transportava, o olhar de desgosto em alguns, também conseguia ver a raiva de outros, e Phaadgate ficou para trás.

Dias depois estava “instalado” em Blackrock, era uma “escola”, acabou por aprender bastante sobre as “artes” da vida nos meses que lá passou.

Mas um dia, a sorte ou acaso, deram-lhe um bilhete de saída, durante um surto epidêmico na prisão, que lhe expôs chances de fuga. Aproveitando as distrações de combate e motim, esgueirou-se debaixo do elevador de madeira, a única saída das entranhas daquela montanha tão mal-afamada, e nas sombras esperou. Até que Dalbrek e os guardas a seu comando de entraram naquela plataforma e a fizeram subir. Aguardou uns bons cinco minutos até sair do seu esconderijo, uma reentrância onde se prendiam as correntes, fosse ele maior e não teria conseguido.
A adrenalina e o desespero fizeram-no saltar do alto das grandes muralhas, se a prisão não o matou a queda bem que o podia ter feito, mas apesar dos arranhões e de uma ou outra negra, saiu incólume e a sua fuga começou.

A sua coleira perdeu a força passados meses e acabou por sair com alguma ajuda. Desde então que tem deambulado pelo continente, de cidade em cidade, onde a sua música ainda lhe rende umas moedas. Mas embora a barriga esteja satisfeita a mente está inquieta, é demasiada pequenez e rotina para alguém que sonhava vir a ter tudo o que este mundo tem para dar.

Davril Sandtracker

Mare Nostrum primordium